delirios-acordados

 

 

Continuação do conto: Você me faz sentir.

 

Oiiieeee!!!!

Bom, como prometido, aqui está o final do conto da nossa querida Monique.

Uma coisa eu gostaria de dizer antes que comecem a ler: as nanetes são especiais demais! Achei uma coisa linda como participaram, opinaram e torceram pela Monique. Não há, nesse maravilhoso mundo de Deus, fãs mais incríveis do que vocês. Obrigada por fazerem parte da minha vida, por cada momento único e inesquecível que me proporcionam.

Amo vocês, minhas lindas!

 

E Monique, este pode não ter sido o final real, mas é para você. Pois tenho certeza de que coisas especiais estão guardadas e que você vai saber ir atrás delas e aproveitá-las. Um grande beijo!

 

Beijos, meus amores!

Espero que gostem.

 

*******

 

No último segundo, eu virei.

Não consegui dar mais um passo e viver com a incerteza do “se”, imaginando como teria sido se eu ao menos tentasse. Por isso, me voltei e olhei na direção de Tristan.

Através do espaço que nos separava, ele me olhava. Fixamente. Como se também não se conformasse com o fim definitivo. Acho que foi aquilo que mais me deu coragem e a certeza de me arriscar.

Talvez ele fosse frio ou nem me desse atenção. Talvez me achasse oferecida, ainda mais sabendo que tinha namorada. Mas nada conseguiu me deter e, decidida, comecei a caminhar até ele, sem desviar os olhos, meu coração batendo forte no peito.

Tudo se precipitou em mim quando Tristan se levantou. Abri os lábios, arfando, desejando-o tanto que até doía. Um caleidoscópio louco de emoções girou de modo vertiginoso em meu ser. Cada passo era um sentimento novo a me deixar mais viva e pulsante, como nunca me senti na vida.

Tristan não me esperou. Com passos firmes, veio ao meu encontro, seus olhos verdes como um mar bravio, sua expressão puramente masculina, forte. Ali eu soube que minha vida inteira mudaria, que algo muito importante me marcaria para sempre.

Nós nos encontramos no meio do caminho. A música continuava alta, as pessoas passavam, tudo continuava o mesmo. Só eu e ele parecíamos diferentes, tocados por algo novo, pulsando juntos numa sintonia única.

Foi rápido, instintivo, exultante. Suas mãos me pegaram, me puxaram, sem necessidade, pois eu já me jogava nele. Colamos nossos corpos, nossas peles, como nossos olhares já estavam colados desde a primeira vez que nos vimos. E como devia ter sido desde o início.

— O que você fez comigo?

Sua voz foi tão baixa que pensei ter imaginado. Era como se Tristan estivesse com raiva daquilo, do poder que eu tinha sobre ele e nem ao menos eu sabia como consegui.

Estava muda, nervosa, trêmula. Seu corpo, seu cheiro, sua essência me desequilibrava. Eu só conseguia sentir, intensamente, maravilhosamente.

Abraçou forte minha cintura, a outra mão agarrando meu cabelo, seu olhar descendo até minha boca. Estávamos perto da pista, mas não dançamos, muito menos nos importamos com alguém. Senti a pele quente do seu pescoço na mão e estremeci, enquanto por fim eu murmurava:

— Não pude ir embora.

— Eu sei.

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E o mundo acabou. Sua boca grudou na minha sem qualquer indecisão. Eu derreti e delirei quando provei pela primeira vez seu gosto, quando a língua me penetrou e dominou, tomando minhas forças. Beijei-o como se beijasse pela primeira vez na vida, pois era como um recomeço, como algo totalmente novo e espetacular acontecendo.

O beijo foi arrebatador. Tudo me fez girar e eu o agarrei, tremendo, querendo, vibrando. Engoli sua saliva, saboreei seus recantos, brinquei com sua língua deliciosa. E fui provada como o doce mais raro do mundo, ficando tonta com tantos sentimentos e tantas sensações juntas.

Quando descolamos a boca, nossos olhares se encontraram pesados, excitados. Não foi preciso palavras. Uma fome voraz veio, junto com uma necessidade sem nome. Tristan só agarrou minha mão e me levou, passando entre as pessoas e os jogos de luzes, tudo parecendo borrado dentro de mim. Eu só conseguia ver Tristan e sentir seu toque em mim, os lábios ainda tentadoramente vivos.

007

Não saímos. Ele me levou para um canto mais escuro e empurrou a porta da escada de incêndio. Quando ela se fechou atrás de nós, a música ficou abafada e luzes sensíveis a movimento se acenderam.

Eu pisquei ao me puxar degraus acima e murmurei:

— Para onde vamos?

— Para o terraço. Conheço o lugar.

Não retruquei.

Dentro de mim veio uma pequena dúvida: e se aquela fosse nossa única vez? Uma fuga da nossa realidade, um aparte no nosso mundo separado. No dia seguinte ele voltaria para a namorada e eu seguiria minha vida.

Claro que senti uma pontada de decepção, pois aquilo tudo estava sendo intenso demais para ficar só em uma vez. Entretanto, logo afastei aqueles pensamentos. Eu era mulher feita, dona das minhas escolhas. Não dependia de Tristan, por mais que ele tivesse me encantado e me marcado. Se fosse só aquela vez, eu aproveitaria até o meu limite. Eu viveria momentos meus, criados por mim, saciados.

Tristan abriu uma porta pesada e logo estávamos na cobertura aberta do prédio. Um vento frio e gostoso nos recebeu em cheio e respirei fundo, deliciada, sorrindo.

Ele me puxou até a murada, que chegava mais ou menos na altura das minhas axilas. Encostou-me ali e colou o corpo musculoso ao meu, seus olhos me perfurando.

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A luz era pouca, mas o suficiente para ler sua expressão de tesão e de tantas coisas mais. Seu pau era duro e grosso contra minha carne, fazendo um rebuliço se atiçar em meu corpo, um desejo absurdo me corroer em necessidade.

O vento brincou em meu cabelo, jogando mechas em minha boca. Ele ergueu a mão e contornou meu lábio inferior, depois me beijou com cabelo e tudo, sem se importar com qualquer coisa no caminho. Eu retribuí em igual fome, abraçando-o pela cintura, gemendo com a delícia explícita e quente.

A luxúria veio tão poderosa que nos atacamos, entre carícias, rosnados e mordidas. Puxei sua camisa para fora da calça, Tristan apertou meu seio. Sugou minha língua e, com a mão livre, subiu minha saia.

Quando afastou a cabeça e me encarou com olhar de mau, seus olhos verdes fervendo, eu molhei toda a minha calcinha e arfei alto.

— Eu não ia deixar você ir. — Confessou, um pouco raivoso.

— Ia sim. Estava sentado, enquanto eu me afastava. — Murmurei.

— Não. Só queria ver se dessa vez você admitia me querer. Sabe que voltei por você, Monique.

Seus dedos tinham afastado minha calcinha para o lado e agora me acariciavam, mergulhando no creme que escorria de mim, percebendo o jeito que me deixava. Não consegui pensar direito, abalada, muito excitada. E ele notou.

Enfiou devagar o dedo do meio longo e grosso na minha boceta. Segurou meu pescoço firme, prendeu-me contra o muro. O vento nos castigava, mas era apenas um elemento a mais naquela paixão toda, combinando com meus sentimentos violentos.

— Era disso que você fugia? — Disse baixo, perto da minha boca.

— Não … não disso ou de você.

— Do que, então?

— Do medo.

Não me pediu que explicasse. De algum modo, Tristan parecia entender.

Meteu e tirou o dedo de mim, abrindo meus lábios vaginais, deslizando fundo e fora, em uma tortura que fez minhas pernas bambearem e um calor abrasador se espalhar por meu corpo.

— Quis você assim desde a primeira vez que te vi, tão linda naquele biquíni rosa, com um olhar que parecia pedir: me salve. Sabe o que fez comigo?

— Eu … não …

— Não saiu mais de mim. Nunca mais.

E me beijou de modo apaixonado, profundamente. Seu dedo se enterrou em minha boceta e latejei em volta dele, agarrando-o, girando vertiginosamente no tesão e no que as palavras causavam em mim.

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Corpo e alma participaram daquele momento. Eu me dei sem reservas, sem perguntas ou dúvidas. Apenas fui eu, toda eu.

Quando Tristan desceu a boca, mordiscando meu queixo, lambendo minha garganta, eu joguei a cabeça para trás e meus cabelos se sacudiram soltos no ar, a quatro andares do chão. Abri os olhos para o céu estrelado e sem nuvens, sacudi-me nas penetrações de seus dedos, no masturbar de seu polegar no clitóris inchado, nas lambidas de sua boca úmida.

Senti-me livre, feminina, abandonada ao prazer. Sorri entre meus gemidos, pois o tempo de medos e angústias, de me sentir imperfeita e não merecedora tinha acabado. Eu era única, feita por minha história, meus desejos e escolhas, não mais por temores e frustações. E Tristan, mais do que tudo, me provava isso.

Desceu as alças da minha blusa e com ela o sutiã. Expôs meus seios ao tempo frio e à sua boca quente. Enfiou um mamilo na boca e mamou de modo seguro, a ponto de quase machucar na sucção, mas isso só me entorpeceu mais. Soltei um grito abafado que se perdeu no ar.

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Ao longe eu ouvia a música, o som de buzinas e trânsito lá embaixo. Cheguei a achar que era Sinatra que cantava, mas não pude me concentrar, saber com certeza. Só que tudo aquilo, os sons e o vento, eram o pano de fundo de algo maior que eu vivia.

Agarrei-me à mureta, trêmula, quando Tristan desceu mais, levando minha saia junto. Abri as pernas, deixei que puxasse minha calcinha para baixo, resvalando em minha pele. Ele ficou de joelhos e cheirou minha boceta, me fez baixar a cabeça e olhar aquilo, abalada.

— Ah … Tristan … Ah!

Sua boca colou em mim. Chupou gostoso meu clitóris e aí eu me perdi de vez, alucinada com as sensações. Gritei, me sacudi, despejei rios de lubrificante em sua língua. Foi a coisa mais espantosamente deliciosa que fizeram comigo.

— Que bocetinha gostosa …

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Chegou a ser perverso, segurando minha bunda e me enlouquecendo com sua boca. Parecia estar em todo lugar. Delirei, quase escorreguei sem firmeza nas pernas. E quando fiquei a ponto de gozar, foi minha vez de querer que a coisa não acabasse tão rápido. Eu precisava do seu corpo, do seu gosto, de seus fluídos em mim. Puxei-o para cima e supliquei:

— Quero te morder, te chupar … quero tudo.

Seu olhar ardia. Não lutou ao se erguer e se deixar encostar na mureta, tomando meu lugar. Nem quando abri sua camisa, já mordendo seu pescoço, me roçando nele como uma fêmea no cio.

Tristan agarrou meu cabelo, mordeu a ponta da minha orelha. Sussurrou em meu ouvido:

— Vou te comer sem frescuras nesse chão.

Gemi, pois era o que eu mais queria.

Mordi seu peito musculoso, me embriaguei com seu cheiro, provei do melhor gosto do mundo. Ou assim eu pensava, pois quando abri sua calça e caí de joelhos, quando vi seu pau robusto e longo na frente, eu o meti na boca e aí sim o gosto mais espetacular do mundo caiu nas minhas papilas.

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Eu me enchi de carne até a garganta. Suguei os líquidos viscosos e levemente amargos que me deu. Comi-o com uma fome que nunca senti, gemendo, arquejando, chupando.

— Porra, Monique … Oh …

Tristan agarrou meus cabelos. Parecia um cavalo bravo sendo domado por mim, impaciente, entregue, duro demais. Ergui os olhos com seu pau indo e vindo por meus lábios, encontrando seu olhar aceso em mim.

Algo pareceu explodir entre nós. Ele buscou um preservativo no bolso e o abriu, fremente. Então foi a vez de me puxar para cima, nervoso, dizendo rouco:

— Quero te comer. — Colocou o preservativo. — Mas antes …

Gritei quando me ergueu no colo e me colocou sentada na mureta. Olhei para baixo e tive vertigem, pois era muito alto atrás de mim. Se eu caísse, me espalharia no asfalto da rua.

Mas Tristan me segurou firme, disse alto:

— Confie em mim. Não vou te soltar.

Fitei seus olhos. E ali eu confiei, como há muito tempo não acontecia. Eu sabia que aquele homem não me machucaria. Ele cuidaria de mim.

— Abra as pernas. Me ofereça sua boceta gostosa para chupar.

— Ai, meu Deus … — Estava fora de mim, pingando. A altura, o vento, Tristan, tudo abalava meus nervos, me deixava com emoções à flor da pele.

E seus olhos … ah, eles me hipnotizavam!

Abri as pernas, segurando-me em seus braços em volta de mim.

Expus minha vagina e ele olhou, quente, enfurecido. Puxou-me mais para a beira e, sem preâmbulos, começou a me lamber.

Choraminguei alto. Estremeci toda e agarrei sua cabeça raspada, deixando que se alimentasse de mim, abrindo-me, me inclinando sobre ele.

Era muita coisa para suportar e meu corpo estalou. Comecei a gozar e Tristan me torturou ainda mais deliciosamente. O orgasmo foi fulminante, delirante.

Nunca me senti tão viva e feliz. Enquanto os últimos espasmos vinham, ele não teve dó e me puxou para o chão. Cambaleei. Não reclamei quando me fez ajoelhar no cimento frio e empoeirado, de quatro, a calcinha ainda presa no tornozelo esquerdo.

— Linda …

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Caiu de joelhos atrás de mim. Agarrou meu quadril e berrei quando seu pau entrou, chapinhando em meu gozo, indo apertado e fundo. Pensei que o prazer estava no fim, mas ele reviveu com tudo e reagi, me movendo também ao seu encontro.

A gente pegava fogo junto. Energia crepitada, gemidos se misturavam, dava para ouvir as estocadas brutas. Eu fui na onda, arquejei e pedi mais, mostrei o que queria.

— Monique …

Chamou por mim, rouco.

— Sim … Tristan …

Ficamos enlouquecidos. E não paramos por ali.

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Tristan pouco ligou para sua camisa branca no chão sujo. Se deitou e me puxou. Eu o montei e cavalguei, enquanto nossos olhares duelavam e se apaixonavam, nossas mãos se buscavam. Caí em seu peito, beijei sua boca, adorei sua língua dentro de mim como seu pau.

Depois foi minha vez de nem pensar em nada, ao cair e tê-lo em cima de mim, arreganhando minhas pernas para os lados, metendo com vontade na minha boceta. Estalei e comecei a gozar de novo, pois era prazer demais acumulado para aguentar.

Ele enfiou mais e mais, saboreou meus lábios, gemeu em meu pescoço, olhou encantado meu orgasmo. Quando gozou, foi minha vez de admirar aquilo, de sentir como se ambos alcançássemos o único lugar do mundo só nosso.

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Ficamos colados, suados, deixando o vento secar nossas peles. Nossos lábios estavam encostados, nossas respirações se misturando.

Tristan saiu de mim, mas se sentou e recostou no muro. Puxou-me para seu colo, atravessada, me segurando firme entre os braços. Foi assim que nos encaramos, seminus, satisfeitos, ainda ligados emocionalmente.

— Foi … — Comecei.

— Espetacular. — Ele completou.

Sorri.

— Eu ia dizer maravilhoso.

— Concordo também.

Meu sorriso se ampliou.

Fiquei quietinha quando ele acariciou meu cabelo e afastou uma mecha do meu rosto. Não queria sair dali. Nunca mais.

Uma pontada de medo começou a aparecer, quando pensei que talvez aquela fosse a última vez. Mas tentei controlar isso, deixar as coisas acontecerem como tinham que ser.

— Está suja e arrepiada. — Seus dedos agora deslizaram na pele do meu braço. Seu olhar não saía do meu, tão verde que era como olhos de gato no escuro. — Não pude esperar a gente chegar até meu apartamento. Era longe demais.

— Aqui foi perfeito. — Criei coragem e perguntei: — Ia me levar até seu apartamento?

— Eu vou levar. Tão logo meu coração se aquiete. E minha respiração volte ao normal.

Foi meu coração que disparou ali. Tristan notou minha expressão, pois indagou:

— Não quer ir?

— É que … pensei que seria só essa vez.

— É isso que você quer, Monique?

— Não, mas … — Fiquei muito incomodada ao tocar no assunto: — A sua namorada. Eu achei que ela …

— Não tenho namorada.

Agora meu coração despencava. Depois dançava zumba.

— Aquela era uma amiga, com quem fico às vezes. Sou solteiro, tenho amigas assim.

— Ah …

Senti uma alegria que não soube dimensionar, ao saber que Tristan não namorava sério. Mas logo depois veio um incômodo por ele ter “amigas” assim. Seria eu mais uma delas?

Sua expressão se suavizou e seu olhar percorreu meu rosto, minha boca, até se fixar novamente em meus olhos. Disse meio rouco:

— Você é tão expressiva.

— O que quer dizer?

— Não é uma das minhas amigas. Por um ano não esqueci você, Monique. E você não me esqueceu. Acho que isso significa mais do que uma foda deliciosa de vez em quando, não acha?

— Acho.

Acabei sorrindo. Me acomodei melhor em seu colo e beijei suavemente seus lábios. Estava feliz de uma maneira inédita.

— Por que me esnobou da primeira vez? Eu percebi como me olhava, cheia de desejo. Mas ainda assim me manteve longe.

— Eu tentei. — Confessei: — Estava machucada, saindo de um relacionamento abusivo. Fiquei com medo do que você me fez sentir.

— Você fugiu.

— Sim. E depois me arrependi muito, mas já era tarde demais.

— Não foi tarde demais. Estou aqui. Estamos aqui.

Segurou meu rosto e nos encaramos.

Havia muita coisa entre nós, palpitando, queimando. Mais do que pele, carne e sexo. Tinha sido no primeiro olhar, na atração instantânea, na saudade que ficou durante um ano.

— Estamos aqui. — Repeti.

— Por enquanto. Vamos para meu apartamento.

— Vamos.

— Para minha cama.

— Sim.

Trouxe meu corpo mais perto. Disse rouco contra minha boca:

— Para minha vida.

Estremeci, emocionada.

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O futuro que eu via era cheio de novidades e oportunidades, de descobertas através de um homem que me marcou e que agora me tinha nos braços. Muita coisa podia acontecer e ia acontecer. Porque o “se” ficou para trás.

Eu o beijei na boca, apaixonada.

Tudo na vida acontecia de acordo com as nossas escolhas.

E eu escolhi me arriscar e ser feliz.

 

 


 

 

Beijão, amores!
Até a próxima!

Showing 19 comments
  • Maria Jane
    Responder

    Putaquelospariu ao quadrado!!!!
    Nanaaaa tu lacra demais!
    Monique, minha filha,to achando q vou passar a máquina zero no cabelo do marido….kkkkk

    • Monique Sousa
      Responder

      Kkkkkkk
      Adorei!!!

  • Andrea
    Responder

    Caraiooooo Nana sendo Nana uai👏👏👏👏👏❤❤❤❤ porra muié tu é lavadora mesmo. Tu fez o que eu esperava. Obrigadaaa 😍😍😍 Monique minha fia agora é tua vez vai lá e lácraaaaa este homem😘😘😘😘

  • Silvana Lemke
    Responder

    Final perfeito, tomara que a Monique encontre o seu final feliz igual esse.
    Lindo!!!

  • Silmara Gussi
    Responder

    Uauuuuu……
    Sem palavras para descrever o que sinto após esta leitura….

  • Mariana
    Responder

    Final mais que perfeito.
    Superou todas as expectativas.

  • LIDIANA
    Responder

    SASSINHORA…
    QUE LINDO…

  • Dany Sousa
    Responder

    Minha nossa senhora das calcinhas molhadasssssssssssssssssssssssss……que história foi essa?????

    Mais uma vez Nana mostrando porque é a Diva das Divas….a história foi linda…quente…tudodebom.com.br.

  • Valéria Fernandes
    Responder

    Nana,foi exatamente este o final que esperava para a história da Monique,sem tirar e nem por,bem você e sua maneira única de escrever e aguçar nossos imaginários.
    Lendo a semana passada os comentários da própria Monique,ela deixou a entender que rolou algo com o gostoso do “,Tristan”e que na vida real,ele jamais Jé está casado. Que bom que houve algo mais que o Se na vida real dela mesmo não tendo continuado com ele.
    Viver é isso ,é se arriscar,fazer aquilo que temos vontade, vida passa muito rápido…
    Parabéns,bela história e Belo final, não poderia ser outro.

  • Margarete
    Responder

    Diva vc é Diva Master!! Rararse Amei o seu final. Foi maravilhoso. Valeu a pena esperar

  • ALCIONE
    Responder

    Diva foi exatamente do jeito que eu imaginei, só que como sempre vc fez um lindo e grande espetáculo de arrepiar todos os meus cabelos. Maravilhoso, surpreendentemente nem sei mais o que falar. Delirei aqui

  • Carmen Lucia
    Responder

    Nana, arrasoooouuuuuuu. Lindo o conto. E que final. Estou molhadinhaaaa kkkkkk. Diva, sou viciada em sua escrita.

  • Jheeh Cristina Lindoso
    Responder

    😱😱😱😱 Nossa Senhora Das Calsinhas Ensandecidas…
    Caraiiiiiio, que final foi esse? Super ameiiii pois a Monique teve o seu final feliz😍 com seu Boy Magia… Parabéns Nana 👏👏👏 lacrou bem lacrado…. #Diva😻😻😻

  • Monique Sousa
    Responder

    Perfeito Diva… Me sinto imensamente honrada em fazer parte de tudo isso, obrigada por me proporcionar essas sensações únicas.”Tristan” foi tão especial, me fez sentir a mulher mais linda do mundo, pena que eu não sabia na época. Quero muito que ele esteja bem. Obrigada nanetes e obrigada, muito obrigada minha diva linda maravilhosa Nana. Bjs

  • Simone Mendes Pereira
    Responder

    Nana vc tem uma mágica , é incrível , sempre se supera , que lindo ficou, Tristan o que é isso, que homem, que delícia, perfeito ele dizer que ia atras dela se ela não viesse e amei a atitude dela, Monique nunca é tarde kkkk , Nana vc tem uma luz com vc eu cada vez mais fã, mais apaixonada, se é que isso é possível, amo seus romances, contos e agora essas homenagens com tanto capricho, a gente que ama ter vc em nossas vidas!!!!!

  • Michelle
    Responder

    Foi realmente esplesplêndida,uma história maravilhosa e como sempre a nana nos deixa extasiadas com um desfecho neste estilo, parabéns para nossa diva e para a monique que teve a sorte de ela ter lhe dado esse presente!!!😘😘😘

  • Noemy
    Responder

    Nana, que conto maravilhoso e HOOOOT;)
    Ame. Do jeito que a Nique merece
    A vida é imprevisível mesmo, mas tudo começa quando escolhemos dar a nós mesmos uma chance, pq isso pode mudar tudo
    Ai, tá lindo demais
    Parabéns, Diva!

  • Cristiane Mouta
    Responder

    Simplesmente maravilhoso,vc arrasou com meu coração Nana querida…Que história arrebatadora..❤❤❤

  • janaina
    Responder

    Uau… mais que perfeito…
    Amei… Se jogou Monique e….
    Caracas…a Nana tem um dom nas escrita que ti imagina uma cena nítida e quente… muuuuuito quente.
    Que hiatória 😍

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